Capa do estudo (ICR, abril/2026) · Instituto Cidades ResponsivasInstituto Cidades Responsivas
Análise Preliminar do Plano Diretor
Estudo técnico do Instituto Cidades Responsivas (ICR)
Sobre este documento
Consultoria em Planejamento Urbano Estratégico que diagnostica os instrumentos vigentes (Lei 184/2002), analisa a Lei de Uso e Ocupação do Solo, propõe indicadores de desempenho urbano (habitação, mobilidade, emprego, vegetação, patrimônio) e avalia a maturidade digital da gestão municipal.
Autoria
Luciana Fonseca e 5 outros
Publicação
15 de abril de 2026
Sumário
7 seções
- 01pp. 1–7
Introdução
Análise preliminar do Plano Diretor municipal
Ler seção - 02pp. 8–19
Entendimentos dos instrumentos de planejamento
Análise dos atuais instrumentos de planejamento - com foco para aqueles previstos no Estatuto da Cidade - que estão contemplados no Plano Diretor municipal vigente.
Ler seção - 03pp. 20–25
Parâmetros de uso e ocupação do solo
Análise da morfologia urbana criar a partir da aplicação dos dispositivos de controle contidos no Plano Diretor.
Ler seção - 04pp. 26–33
Indicador de acesso habitacional
Indicação de diretrizes de planejamento a partir da leitura dos indicadores de desempenho elaborados pelo Instituto Cidades Responsivas.
Ler seção - 05pp. 34–42
Indicadores de emprego, moradia e mobilidade
O indicador relaciona a quantidade de vínculos de emprego formal em uma cidade com o número de habitantes ocupados. Cidades com maiores valores são aquelas em que há mais empregos do que habitantes ocupados, o que possivelmente significa que esse excesso de postos de trabalho …
Ler seção - 06pp. 43–52
Indicadores de vegetação e patrimônio
O indicador avalia a proximidade entre a vegetação presente nas áreas urbanas e os locais onde a maioria dos habitantes reside ou trabalha. Assim, avalia-se indiretamente a quantidade de áreas permeáveis nas regiões mais densificadas das cidades que contribuem para a drenagem …
Ler seção - 07pp. 53–69
Reconhecimento da maturidade digital, considerações finais e equipe técnica
Entender a realidade municipal no que tange sua capacidade institucional de gestão de dados por meio de recursos tecnológicos.
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